Virada Russa

Premiada, em 2009, como Melhor Exposição e Melhor Exposição Internacional pela Associação Brasileira de Críticos de Arte [ver prêmio] A mostra Virada Russa é uma revelação em vários sentidos. Mostra, no tempo e na arte, a efervescência cultural e artística que marcou o início do século XX na Rússia e deu origem a vertentes artísticas importantes, como o Não-Objetivismo, o Raionismo e, principalmente, o Suprematismo e o Construtivismo. A exposição traz ao Brasil obras de nomes essenciais como Kandinsky, Chagall, Tátlin, Ródtchenko e Maliévitch, criadores que refletem, cada um com e em sua arte, o espírito incontestável daquele tempo, das transformações sócio-políticas pelas quais passaram seus mundos internos e externos. Um acervo raro, proveniente da maior coleção de arte russa no mundo, que conta com a abordagem e visões dos próprios estudiosos russos acerca de uma arte e uma época que é geralmente intermediada apenas pelo olhar de autores ocidentais.   São 123 obras que – entre telas, cartazes, esculturas e figurinos – colocam o público brasileiro frente a frente, pela 1ª vez, com essa vanguarda revolucionária que ajudou a fundamentar a arte moderna no século XX.   Brasília 07.04 a 07.06.2009 – Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro 23.06 a 23.08.2009 – Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo 15.09 a 15.11.2009 – Centro Cultural Banco do Brasil   Confira [aqui] o que foi publicado. Ficha Técnica Ideia E Curadoria Yevgenia Petrova Joseph Kiblitsky Ania Rodríguez Rodolfo de Athayde Coordenação Geral Rodolfo de Athayde Produção Executiva Ione Alves Daniela Camargo Assistente de Produção Lydia Rollemberg Yasmine Sefraoui

Arte de Cuba

A exposição apresenta um amplo panorama da arte cubana do século XX, composta por mais de 60 artistas, que traçam as trajetórias assumidas desde o surgimento das vanguardas até a consolidação de uma identidade própria cubana.  As obras aqui elencadas demonstram-se como representativas de tendências como o modernismo em sua apropriação local, o movimento abstrato, a pluralidade estética que acompanha as transformações da revolução nas décadas de 60 e 70 e ainda as manifestações contemporâneas que compreendem o esforço de renovação. A mostra se realizou tendo como base o acervo do Museu Nacional de Bellas Artes de Cuba e mesmo as coleções dos próprios artistas.   São Paulo – 30.01 a 23.04.2006 – Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro – 15.05 a 16.07.2006 – Centro Cultural Banco do Brasil Brasília – 31.07 a 15.10.2006 – Centro Cultural Banco do Brasil Curitiba – 11.10.2006 a 14.01.2007 – Museu de Oscar Niemeyer Ficha Técnica Curadoria Ania Rodriguez

Islã – Arte e Civilização

A mostra reúne 302 peças que narram 1400 anos da história do mundo islâmico. Os acervos que compõem a exposição são provenientes dos mais importantes museus da Síria e do Irã: Museu Nacional de Damasco, Museu das Tradições Populares e Museu da Cidade de Aleppo, na Síria; e Museu Nacional do Irã, Museu Reza Abassi e Museu dos Tapetes, em Teerã. Ainda tem peças provenientes de países do norte da África, pertencentes aos acervos da BibliASPA (Biblioteca e Centro de Pesquisa América do Sul-Países Árabes) e do Acervo Casa das Áfricas. A exposição apresenta obras inéditas no Brasil e que, em grande parte, nunca deixaram o seu museu de origem.A exposição conta com peças de ourivesaria, mobiliário, tapeçaria, vestuário, armas, armaduras, utensílios, mosaicos, cerâmicas, objetos de vidro, iluminuras, pinturas, caligrafia e instrumentos científicos e musicais.  Apresenta-se como uma incrível oportunidade para o público brasileiro conhecer a riqueza cultural de uma civilização que atravessa séculos de história e que teve grande influência na cultura ocidental. &nbsp Rio de Janeiro – 11.10.2010 a 26.12.2011 – Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo – 17.01 a 27.03.2011 – Centro Cultural Banco do Brasil Brasília – 25.04 a 03.07.2011 – Centro Cultural Banco do Brasil   Confira [aqui] e [aqui] o que foi publicado. Ficha Técnica Idealização e Direção Geral do Projeto Rodolfo de Athayde Curadoria Rodolfo de Athayde Assistente de Curadoria Laura Cosendey Gerenciamento do Projeto Jennifer McLaughlin Assistentes de Produção Joaquim Pedro dos Santos Lucia Ramos Daniele Oliveira

Expedição Langsdorff

Em 1821, quando o Barão Langsdorff, então cônsul-geral da Rússia no Brasil, aceitou o desafio de montar uma expedição para as entranhas tropicais do Brasil, ele apenas sonhava com o que poderia encontrar. Hoje, quase 200 anos depois, o público brasileiro pode realizar sua própria expedição e conhecer a natureza e a sociedade brasileira retratadas naquela que se tornou uma das mais importantes expedições científicas do século XIX. Integrando recursos tecnológicos a uma ambientação ao espírito da época, a Expedição Langsdorff revela através da arte as descobertas realizadas pela expedição nas áreas da botânica, zoologia, cartografia e antropologia, Além de 120 aquarelas e desenhos realizados pelos artistas que acompanharam a expedição – Rugendas, Taunay e Florence – a mostra traz os instrumentos astronômicos de navegação da época, como sextantes e cronômetros, e o antecessor da máquina fotográfica, a câmera escura. E ainda conta com uma animação que sobrepõe os famosos mapas cartográficos de Rubtsov com uma projeção de imagens atuais dos mesmos mapas no Google Maps.   Tudo isso envolto no som de trechos do diário de Langsdorff, lidos em voz alta, criando uma atmosfera de imersão na viagem e no tempo. E para completar o caráter épico da exposição, vários terminais de computadores dão ao público acesso ao banco de dados do acervo completo da expedição, que totaliza mais de 1000 aquarelas e objetos etnográficos pertencentes à coleções públicas e privadas no mundo todo. Uma mostra de arqueologia histórico-afetiva do Brasil, que revela obras incrivelmente bem conservadas, guardadas durante quase dois séculos na Rússia, e que retornam ao Brasil pelo esforço coletivo da Arte A Produções e do governo russo, que disponibilizou o acervo da expedição pertencente ao Arquivo Naval da Rússia e à Academia Real de Ciências de São Petesburgo.     São Paulo – 23.02 a 25.04.2010 – Centro Cultural Banco do Brasil Brasília – 11.05 a 18.07.2010 – Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro – 03.08 a 26.11.2010 – Centro Cultural Banco do Brasil   Confira [aqui] o que foi publicado. Ficha Técnica BRASÍLIA Curadoria Prof. Dr. Boris N. Komissarov Ania Rodríguez Alonso Rodolfo de Athayde Assistente de Curadoria Laura Cosendey Diretora Dra. Irina Túnkina Coordenação Geral Rodolfo de Athayde Produção Executiva Ione Alves Jennifer McLaughlin Assistentes de Produção Joaquim Pedro dos Santos Isabela Sanchez Virginia Manfrinato

Carlos Garaicoa

Antes de ser fragmento, fui cidade. Antes de ser cidade, areia. Mas antes de tudo, a sabedoria de algum desejo alheio.   A dissonância entre a cidade e o homem, e entre a realidade e a utopia dos espaços urbanos, é a grande questão que move o cubano Carlos Garaicoa em sua viagem criativa. De urbe em urbe, desconstruindo-as e extraindo delas suas essências, Carlos Garaicoa expressa em sua arte a procura universal e incansável pelo palco ideal da existência humana. Com um total de 22 obras, entre instalações, vídeos, fotografias, maquetes e desenhos, a mostra percorre diferentes momentos da carreira do artista, bem paradigmáticos, desde seus primeiros ensaios para entender a cidade de Havana até a universalização desse olhar. Além disso, duas obras foram criadas especialmente para a mostra: ‘Noticias recentes’ e ‘De como a minha biblioteca brasileira se alimenta de fragmentos de uma realidade concreta’. Para o artista, toda matéria é válida como suporte de ideia, e isso aparece na pluralidade de mídias com que ele trabalha: a foto, o vídeo, a pedra, a linha, o prego, o vidro, a mesa, o papel, o arame, a luz, o livro, a bala, a água, o homem e a sua criação, a palavra. Uma exposição impecável esteticamente, que oferece ao público fluidez na leitura das obras e possibilita uma imersão no processo criativo do artista, incorporando metalinguisticamente as áreas da exposição aos elementos tecnológicos e estéticos dessa reflexão sobre o espaço e a cidade. Reconhecido por importantes instituições e colecionadores, com obras significativas em museus como Centre George Pompidou, Tate Modern e Reina Sofia, Carlos Garaicoa já realizou mais de 50 exposições internacionais nos últimos anos e é um dos mais importantes artistas da cena cubana contemporânea. Rio de Janeiro 01.07 a 10.08.2008 – Caixa Cultural Brasília 03.02 a 22.03.2009 – Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte 23.04 a 14.06.2009 – Palácio das Artes Ficha Técnica Curadoria Ania Rodriguez Rodolfo de Athayde

Miragens – Arte Contemporânea no Mundo Islâmico

A mostra Miragens reúne diversas aproximações a preocupações contemporâneas enunciadas por artistas que compartilham a matriz cultural islâmica. O encontro com suas obras contribui a confrontar as visões estereotipadas que o Ocidente sempre construiu com relação ao Oriente e que hoje são reformuladas pela mídia que coloca na região do Oriente Médio – e no islamismo – o alvo de suas críticas. As poéticas dos artistas aqui presentes contribuem a desarticular visões homogeneizantes e reducionistas ao mostrar a consciência crítica dessas sociedades. Desfazer o espelhismo que nubla o conhecimento do ‘outro’ deixando as vozes dos portadores dessa cultura atravessar nossas próprias certezas é o desafio da mostra. Rio de Janeiro – 18.10.2010 a 26.12.2011– Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo – 09.02 a 03.04.2011 – Instituto Tomie Ohtake Brasília – 10.05 a 08.07.2011 – Museu Nacional do Conjunto Cultural   Confira [aqui] o que foi publicado. Ficha Técnica Curadoria Ania Rodriguez

Richard Wright – Este Outro Mundo

A exposição “Richard Wright Este Outro Mundo” constitui uma homenagem a um dos maiores escritores norte-americanos do século passado no 50º aniversário da sua morte. A obra de Richard Wright é um exemplar testemunho contra o racismo, contra todos os preconceitos e coerções que malogram o reencontro dos seres humanos com sua própria humanidade. Nos últimos anos de sua vida, Wright descobriu o haicai. A partir deste gênero poético, caracterizado pela simplicidade e síntese, a exposição se estrutura com a participação de renomados artistas brasileiros e cubanos. As obras de Tomie Ohtake, Yamilé Pardo, Emanoel Araujo, Roberto Diago, Rosângela Rennó, Maurício Abad, Bete Esteves, Simone Cupello, Ruslán Torres, Jorge Braulio, e as fotografias dos livros “12 Million Black Voices” e “Black Power” se entrelaçam como em um poema coletivo. Os vínculos nem sempre explícitos nas metáforas visuais e literárias entre a arte e a vida de Richard Wright, surgem como fundamentos de uma proposta que transcende seu próprio caráter comemorativo.   Rio de Janeiro – 14.12.2010 a 30.01.2011 – Caixa Cultural Ficha Técnica Curadoria Jorge Braulio Rodriguez Direção Geral Rodolfo de Athayde Ania Rodriguez Gerenciamento do Projeto Jennifer McLaughlin Produção Executiva de Montagem Ione Alves Assistente de Produção Daniele de Oliveira Nilda Lima da Cruz

Game On – O Jogo Começou

Space Wars, Computer Space, Pachinko. Rock Band, Halo, GTA Grand Theft Auto. Pokemon, The Sims, Final Fantasy. Se você reconheceu esses títulos, então vai gostar com certeza dessa mostra. Mas se você não reconheceu nenhum deles, então é porque você precisa dela. =) Afinal, lá se são pelo menos 50 anos que o videogame faz parte da nossa sociedade moderna e da nossa vida, direta e indiretamente, com impactos fundamentais que vão desde a influência estético-comportamental, a criação de um novo repertório linguístico e cultural, até seu uso pedagógico e no desenvolvimento cognitivo. Idealizada e desenvolvida pelo Barbican Centre – o maior centro de artes da Europa – a mostra Game On já passou por mais de dez países e oferece um panorama da cultura dos jogos eletrônicos, desde os primeiros ‘arcades’ até as plataformas atuais, os consoles, o mobile e as mais novas tecnologias em realidade virtual. São mais de 120 games para o público jogar, interagir, conhecer e refletir sobre o impacto dos jogos na cultura contemporânea, em especial na dimensão do colaborativo e do multidisciplinar que está em sua essência — jogos não podem ser criados sem colaboração e oferecem uma oportunidade única para a fusão das artes e da ciência, além de inspirar crianças e adultos a explorar e interagir com paisagens e conceitos que anteriormente só poderiam ser encontrados nos sonhos e na imaginação, ou adivinhados em outras formas de arte e expressão. A exposição também mostra o impacto do cinema sobre os jogos, incluindo as trilhas sonoras compostas especialmente para games e que são absorvidas pela música pop. Compara e contrasta os jogos asiáticos — com destaque ao pioneirismo japonês — com os jogos americanos e europeus, elencando os melhores exemplos de cada para jogar e refletir. Uma aula de historia, cultura e futuro do videogame, um convite para a família se reunir e se identificar com o seu universo lúdico e com as possibilidades de conhecimento, entretenimento e desenvolvimento que o mundo do game oferece. Brasília – 26.01.2012 a 26.02.2012 – Centro Cultural Banco do Brasil Ficha Técnica Direção Geral Rodolfo de Athayde Coordenação de Produção Ania Rodriguez Alonso Gerenciamento de Projeto Jennifer McLaughlin Assistente de Produção Daniele Oliveira

Movie-se No Tempo da Animação

150 anos de história da imagem em movimento. A mostra Movie-se explora de forma dinâmica a história, cultura e futuro da animação, mostrando sua influência na cultura global contemporânea, suas linguagens, personagens marcantes e evolução. Organizada pela equipe de curadoria do Barbican Centre de Londres, considerado o maior centro cultural da Europa, e produzida aqui no Brasil pela Arte A, a mostra Movie-se reúne artistas contemporâneos e expoentes de filmes experimentais ao lado dos resultados de estúdios comerciais, de Fleischer a Walt Disney, de Hanna-Barbera a Aardman, e de Ghibli a Pixar. Essa riqueza de conteúdo se distribui em seis seções temáticas, que dão conta da evolução do gênero, começando por seus primórdios analógicos, onde a técnica nascente cria uma expressão fantasmagórica, mágica e assustadora, cujas imagens se comportam como aparições visuais. Na sequência, com o amadurecimento da técnica, o ‘contar histórias’ começa a prevalecer, dando espaço para o nascimento de fábulas e, principalmente, grandes personagens, iniciando a configuração que conhecemos atualmente de narrativas, onde acontece a imersão na história e a identificação por parte do público com seus personagens.   Depois, apontando para o futuro, a mostra destaca a experimentação em torno da linguagem, a percepção da cor e do movimento, a riqueza da edição como narrativa, a metalinguagem da técnica e da tecnologia. Finalmente explora a relação de certa forma hierárquica entre animação e cinema, e sua integração com outras mídias, completando esse grande panorama e oferecendo uma reflexão atual sobre a animação como um fenômeno cultural e sócio-político importante e presente em todos os lugares. São mais de 100 obras ocupando um espaço generoso, que inclui ainda uma sala especial em homenagem à animação brasileira, criada especialmente para a edição da mostra no Brasil. Uma exposição fortemente imersiva e dinâmica, que equilibra pesquisa histórica e entretenimento, resultando numa experiência gratificante e instrutiva para o público amplo a que ela se destina: crianças e adultos, leigos ou especialistas no tema, público que ao mesmo tempo assiste e participa da recriação do imaginário histórico deste gênero.   Rio de Janeiro 05.02.2013 a 07.04.2013 – Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro Brasília 30.04.2013 a 07.07.2013 – Centro Cultural Banco do Brasil de Brasília Confira [aqui] o que foi publicado. Ficha Técnica Curadoria Greg Hilty Direção Geral Rodolfo de Athayde Coordenação de Produção Ania Rodriguez Alonso Gerenciamento de Projeto Jennifer McLaughlin Assistentes de Produção Daniele Oliveira Lucas Bevilaqua Administração Simone Tomé

Khalil Gibran – 130 Anos

Para comemorar os 130 anos de nascimento do escritor Khalil Gibran, a Associação Cultural Brasil-Líbano e a Arte A ocuparam o Memorial da América Latina, em São Paulo, com uma exposição inédita sobre a obra e a vida desse artista. Um retrato generoso desse grande homem, um sábio e gênio artístico, considerado um dos grandes escritores do séc. 20, mas cuja faceta de artista plástico, pintor e desenhista – que é anterior ao seu lado escritor – é tão grandiosa quanto seu lado literário mas tão pouco conhecida de seu público. A mostra 130 anos de Khalil Gibran reúne 52 obras originais, entre desenhos, óleos e aquarelas, documentos, manuscritos, cartas e alguns objetos pessoais de Gibran, trazidos exclusivamente de seu museu, no Líbano.  Além disso, a mostra conta com algumas obras literárias de Gibran, com destaque para o clássico O Profeta, traduzido para mais de 80 idiomas e considerada uma das 100 obras mais importantes do mundo. Além disso, é possível apreciar a primeira edição dessa obra, extremamente bem preservada, que contém as anotações na caligrafia do autor ao longo de toda a peça. As obras literárias de Khalil Gibran são mundialmente conhecidas por seu caráter místico oriental, mas acentuadamente romântico e inspirado em clássicos ocidentais, como a Bíblia, o poeta William Blake e o filósofo Nietzche. Essas influências podem ser igualmente apreciadas em seus desenhos, especialmente aqueles criados especialmente pelo autor para ilustrar uma das edições do seu livro O Profeta. Gibran se mostra um artista plástico extraordinário, um retratista que se expressou tanto em obras de caráter simbolista quanto as realistas, gêneros que espelham e dialogam perfeitamente com sua verve literária. Pleno de simbologia, como a obra de Gibran, é o fato do Brasil ser o primeiro país da América Latina a receber esse material e o primeiro a comemorar a data, já que somos o país que abriga o maior número de imigrantes libaneses. Uma conexão plena de sabedoria e significados, em sintonia com o sentimento de mundo desse grande artista.     São Paulo03.05 a 23.06.2013 – Memorial da América Latina Ficha Técnica Curadoria Joseph Geagea